Minha filha de 11 anos, Kodos, representa assim as mulheres na sociedade.
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quarta-feira, 8 de março de 2017
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Sabidurias infantis
Lori likes to teach things...
"Mother, do you know how to block the nose without using your hands? "
... As she was the first to discover them ...
"You just have to close your nose's throat, look! "
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Imaginação
Enquanto organizo minhas imagens e anotações da viagem a Lima, deixo-os com a performance de Miwa Matreyek, na qual ela interage ao vivo, usando sua sombra, com imagens virtuais. Confesso que, inicialmente, achei isso um pouco bobo, mas as crianças ao meu lado se encantaram com as imagens criadas por Miwa e, a partir do olhar dos pequeninos, deixe-me levar pela imaginação e descobri-me encantada também pela experiência lúdica na tela.
É sexta-feira... então, permita-se esta distração e entre no link (eu tentei colocar o vídeo aqui, pra vocês, mas o Blogger não deixou):
http://www.ted.com/talks/miwa_matreyek_s_glorious_visions.html
As I organize my pictures and notes from the trip to Lima, I leave you with Miwa Matreyek's performance using her shape to interact with virtual images. It's really good!
I confess that, initially, I thought it was a little silly, but the children by my side were enchanted with the images created by Miwa, and from their look, I' finally let the imagination fly me and I found myself enchanted by experience on screen .
It's friday... so, let's get amused for a few minutes ando go to the link above (I've reaaly tried to upload the video here, just for you, but Blogger did not let me):
http://www.ted.com/talks/miwa_matreyek_s_glorious_visions.html
domingo, 31 de outubro de 2010
O colorido da vida
2009
A garotinha sabida:
- Mãe, eu já sei as cores do arco-íris: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul e JULIETA.
The wise little girl:
- Mommy, I know all the colors of the rainbow: red, orange, yellow, green, blue and JULIET.
P.s. Enquanto isso, neste domingo, os brasileiros votarão, escolhendo o/a presidente para os próximos anos. Quando ela/ele deixar o poder, no fim do mandato, a garotinha já saberá ler e escrever e pintar o mundo com as outras cores... quanto a mim, já me escapam as nuances dos tons e a esperança de que uma ou outro, no poder, melhorem a educação do nosso povo (colocando o país no caminho do desenvolvimento econômico consistente)...
P.S. Meanwhile, today, Sunday, Brazilians will vote by choosing their president for the coming years. When she / he leaves the Government, at the end of it, the girl will already have learned how to read and to write and to paint the world with other colors ... Well, in what it concerns about me, I can't already notice the shades of colors and I've no hope that one or other candidate, when in power, will work to improve our people'education (leading the country directly to a consistent economic development)...
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Ex-periências
Vira o Moleque, 5 anos, super-hiper-mega-curioso:
"Mãe, o que significa EX?"
A Mãe, super-hiper-mega-atacante-que-sempre-chuta-a-gol:
"EX significa algo que já não é mais: ex-namorado, que não é mais namorado; ex-marido, que não é mais marido; ex-mulher..."
"Ah, sei: ex-mulher é homem, porque não é mais mulher, né mãe?!?"
sábado, 6 de março de 2010
Memórias memoráveis
Memórias de um dia memorável: a pequena Carry Bradshaw apareceu com o visual acima, prontinha para ir ao circo Maximus, "em curta apresentação nesta cidade". Só espero que não siga a imaturidade emocional de Bradshaw também.
Eu, Mestre Tzen e o garoto Fantástico fomos à paisana.
Lá, o espetáculo começa com um número de malabarismo e, ao vê-lo, o menino diz, com os olhinhos faiscando: "Ele nasceu para isso!". Achei ele muito esperto, claro, do alto de seus 5 anos e meio e eu, um tanto tola, porque até agora não descobri pra que vim.
Antes que eu pudesse pensar muito sobre meus caminhos, entra no picadeiro uma mulher, muito linda, e começa a fazer excelentes números de mágica circense. Inédito para nós aqui do interior de Ribeirão Preto. Adoramos. Até nos esquecemos da dengue que nos assombra.
Depois dos palhaços e algumas de suas tradicionais piadas humilhantes, um intervalo. Quem não saiu do lugar teve a oportunidade de compar os petiscos oferecidos pelos vendedores: batata frita, pipoca... mas deixa pra lá... não comentaremos sobre isto...
Findo o intervalo, voltou o espetáculo com o globo da morte! Primeiro, 2 motoqueiros malucos se arriscaram; depois, foram 5 motos girando alucinadamente! Impressionante!
Por isso é que voltei pra casa rouca de tanto gritar e com os pulsos dormentes, de tanto bater palma!
E agora, resta-me digitar com a ponta do nariz.
Memoirs of a memorable day: a little Carry Bradshaw came up with the look above, all set to go to the Maximus Circus, "in short presentation in this town. I just hope she does not follow the emotional immaturity of Bradshaw as well.
Tzen Master, me and the boy went in plainclothes.
At the circus, the show began with a number of juggling and, looking at the juggler, the boy said, with flashing eyes: "He was born for this!". I thought he was very smart, on top of his 5 ½ years and I found myself somewhat silly, because I still haven't found that I'm good for.
Before I could think much about my destiny, enters the ring a very beautiful woman to make her excellent numbers of magic. She was the first magician lady we've ever seen here in Ribeirão Preto city. We love it. So we could forget dengue for a while.
After the clowns and some of their traditional demeaning jokes, an interval. Who did not move had the opportunity of buying the snacks offered: potato chips, popcorn ... but never mind ... I will not comment on it ...
Anyway, after the break, the show returned with the wall of death! Initially, 2 crazy riders; and after them, there were 5 crasy bikers spinning! Awesome!
So, that's whay I came home hoarse from shouting and with numb wrists from so much clapping!
Therefore, that's why now I'm typing with the tip of my nose.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Feliz Natal!
E não é que, no fim das contas, sobrou para esta que vos bloga bancar o famoso bom velhinho?!?
Sim, encarnei Papai Noel ontem! Como ninguém dos honrados homens presentes, se dispôs a vestir a túnica vermelha para entreter a claque, virei-me como um Papai Noel andrógino.
Como as crianças já vão todas com mais de três aninhos, todos temíamos que elas desmascassem o velhinho voluntário em plena sala de estar, no meio da entrega dos presentes (imagino que a possibilidade de passar por esse mico é que tenha afastado os homens da tarefa).
Para prevenir esse tipo de trauma (para mim e para as crianças), bolamos um plano perfeito: as crianças veriam o Papai Noel de longe apenas, pois o flagrariam apenas quando ele já estivesse indo embora da casa, na calçada, quando o lusco-fusco já pudesse ocultar imperfeições na velha fantasia.
Tudo funcionou perfeitamente: quando me aprontei, dei o sinal combinado e o Mestre Tzen foi distrair as crianças com canções natalinas previamente selecionadas no Youtube para que os ajudantes do velhinho pudessem contrabandear os presentes para debaixo da árvore de Natal. Enquanto isso, saí pela porta dos fundos, com um sonoro sino na mão, e parai na calçada, diante da porta de entrada da casa. Eu ali, vestida de Papai Noel fui vista por todos os vizinhos que, no restante do ano, não costumam sair à rua ao mesmo tempo. A porta se abriu e as crianças saltaram para fora, com os olhos brilhando, enquanto eu ia me afastando pela calçada, dando tiauzinhos e balançando freneticamente o sino natalino (fiz um tímido Ho-ho-ho, pois achei que reconheceriam minha voz). Antes que as crianças alcançassem o portão da rua (trancado), alguém as chamou para abrirem os presentes e, nisso eu já ia sumindo da visão delas, pelo muro lateral.
Voltei para dentro da casa pela porta dos fundos, destroquei-me, rápida como um super-herói, e corri até a sala, descalça, pois não encontrava meus sapatos normais. Cheguei a tempo de ver as crianças abrirem os presentes. Elas nem notaram minha rápida ausência.
After all, this blogger was the one that had to play the famous old man!
Yes, I've embodied Sant Claus yesterday! As none of the honored men present to the ceremony was willing to wear the red robe to entertain the claque, I turned on to a androgynous Santa Claus.
As the children are not three year old anymore, we, adults, feared that they could debunk the volunteer old man right there in the middle of the room (I guess that the possibility of going through that experience was what kept men away from the task).
To prevent that kind of trauma (for myself and the children), we came up with a perfect plot: children would see Santa Claus at a secure distance, only discoveryng him when he was already at the sidewalk, leaving the house when the twilight could hide imperfections in the old fantasy.
Everything ended up just perfectly: when I got ready on the clothes, I made tha settled signal and the Tzen Master entertained children with pre-selected Christmas scenes from Youtube so the old man's helpers could smuggle the gifts underneath the Christmas tree. Meanwhile, I've walked out from the back door with a loud bell in a hand, and on the sidewalk I've stopped in front of the house's entrance door. I was standing there, dressed as Santa Claus and it seems tha all the neighbors decided to go out at the same time (thing that they don't use to do in the rest of the year). The door was opened and the children jumped out with shining eyes, as I started to leave down the sidewalk, waving and frantically ringing the Christmas bell (in fact, I also did a shy Ho-ho-ho, because I thought the kids would recognize my voice). Before children reach the gate of the street (that was locked), someone called them to open their gifts and I disappeared from their view.
I went in the house through the back door, change me as fast as a superhero and ran into the room, barefoot, because could not find my normal shoes. I arrived in time to see the kids opening their gifts. They had not even noticed my brief absence.
sábado, 21 de novembro de 2009
O menino-urso e a mãe avestruz
Saída da natação infantil, a mãe e o menino de 5 anos vão para o vestiário. Lá, o pai do coleguinha de piscina ajuda seu filho a se preparar para ir embora.
A mãe e o menino acabam de entrar e, ao ver o outro, o menino aponta-o e fala alto: "Mamãe, ele me xingou de urso! Fica brava com ele!"
A mãe, constrangida, olha de rabo-de-olho para o pai do outro, que finge entreter-se à procura de um chinelo, e diz: "Ah, meu filho, deixa pra lá. Urso não é xingamento."
O menino insiste: "É sim, mãe! Fica brava com ele!"
A mãe faz de surda e apronta o menino o mais rápido possível pra ir embora, sem confusão, afinal, eles irão esquecer aquela bobagem e conviver em paz por meses, talvez. Se ela se intrometer agora, vai causar uma confusão desnecessária, que prolongará a rixa por todo o curso de natação.
Na saídinha, já de mão dada com o menino, ela ouve dele:
"Mãe, agora ele me xingou de bobo! Agora!"
Mesmo não tendo ouvido nada (está um pouco surda, coitada, de tanto ouvir walkman na juventude), ela teria de dizer algo, afinal de contas, 'bobo' é sim, notoriamente, um xingamento... mas antes que ela abrisse a boca, o pai do outro, mais constrangido que ela, diz para o menino:
"Não, amiguinho, ele chamou a mim de bobo."
Sem mais, a mãe puxa o menino e vai embora, até a próxima terça-feira.
P.s.: A mãe, no trajeto de volta pra casa, descobre que 'urso' só é xingamento porque seu próprio filhinho começara, na piscina, a apontar para um adulto e, cochichando no ouvido do tal coleguinha, a chamá-lo de urso.
Bear son, ostrich mom
Leaving the pool after the swimming class, mother and 5 years old child went to the locker room. There, a classmate's father helps his kid to get dressed.
The mother and her child have just entered and he points at the classmate and shout: "Mommy, he called me names! He said I'm a bear! Get angry with him, mommy!"
The mother, embarrassed, catch a glimpse of the classmate's father, who pretended not to pay attention to the scene, and she goes: "Oh, honey, let it go. Bear is not a swear."
But her boy insisted: "No, mother! Get angry to him!"
She pretended to be totaly deaf and dressed her soon up as soon as she could, trying to avoid a commotion, after all, it was a fuss about nothing and a wrong statement about it could unnecessarily criate a real problem throughout the next swimming lessons.
Finaly checking out, she hears this: "Mother, now he told I'm a fool! He've just did it! "
Although she had not heard anything (she was a little bit deaf indeed, poor thing, due to her walkman's over use in youth), now she would have to say something, after all, 'fool' is rather a notoriously swear... but, before she could say something, the classmate's father, more ashamed than she was, said to her kid:
"No, buddy, he called me a fool."
After that, the mother quickly pulled her kid out of there...until next Tuesday.
Ps: On the way back home, she discovered that "bear" was being used as a curse thanks to her son, which, pointing to an adult at the pool, called him a bear, whispered in his classmate ear.
A mãe e o menino acabam de entrar e, ao ver o outro, o menino aponta-o e fala alto: "Mamãe, ele me xingou de urso! Fica brava com ele!"
A mãe, constrangida, olha de rabo-de-olho para o pai do outro, que finge entreter-se à procura de um chinelo, e diz: "Ah, meu filho, deixa pra lá. Urso não é xingamento."
O menino insiste: "É sim, mãe! Fica brava com ele!"
A mãe faz de surda e apronta o menino o mais rápido possível pra ir embora, sem confusão, afinal, eles irão esquecer aquela bobagem e conviver em paz por meses, talvez. Se ela se intrometer agora, vai causar uma confusão desnecessária, que prolongará a rixa por todo o curso de natação.
Na saídinha, já de mão dada com o menino, ela ouve dele:
"Mãe, agora ele me xingou de bobo! Agora!"
Mesmo não tendo ouvido nada (está um pouco surda, coitada, de tanto ouvir walkman na juventude), ela teria de dizer algo, afinal de contas, 'bobo' é sim, notoriamente, um xingamento... mas antes que ela abrisse a boca, o pai do outro, mais constrangido que ela, diz para o menino:
"Não, amiguinho, ele chamou a mim de bobo."
Sem mais, a mãe puxa o menino e vai embora, até a próxima terça-feira.
P.s.: A mãe, no trajeto de volta pra casa, descobre que 'urso' só é xingamento porque seu próprio filhinho começara, na piscina, a apontar para um adulto e, cochichando no ouvido do tal coleguinha, a chamá-lo de urso.
Bear son, ostrich mom
Leaving the pool after the swimming class, mother and 5 years old child went to the locker room. There, a classmate's father helps his kid to get dressed.
The mother and her child have just entered and he points at the classmate and shout: "Mommy, he called me names! He said I'm a bear! Get angry with him, mommy!"
The mother, embarrassed, catch a glimpse of the classmate's father, who pretended not to pay attention to the scene, and she goes: "Oh, honey, let it go. Bear is not a swear."
But her boy insisted: "No, mother! Get angry to him!"
She pretended to be totaly deaf and dressed her soon up as soon as she could, trying to avoid a commotion, after all, it was a fuss about nothing and a wrong statement about it could unnecessarily criate a real problem throughout the next swimming lessons.
Finaly checking out, she hears this: "Mother, now he told I'm a fool! He've just did it! "
Although she had not heard anything (she was a little bit deaf indeed, poor thing, due to her walkman's over use in youth), now she would have to say something, after all, 'fool' is rather a notoriously swear... but, before she could say something, the classmate's father, more ashamed than she was, said to her kid:
"No, buddy, he called me a fool."
After that, the mother quickly pulled her kid out of there...until next Tuesday.
Ps: On the way back home, she discovered that "bear" was being used as a curse thanks to her son, which, pointing to an adult at the pool, called him a bear, whispered in his classmate ear.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Vida besta
domingo, 9 de agosto de 2009
O Mestre Tzen e a garota.
A garotinha de três anos bateu no irmão. O Mestre Tzen, que observava a cena, resolveu intervir:
[Mestre] Você bateu no seu irmão? Fale a verdade, o que aconteceu?
[A garotinha ouve atenta, em silêncio] ...
[O Mestre insiste] Bater no irmão é uma coisa ruim; mas dizer a verdade é uma coisa boa.
[A garotinha, aliviada] Ah! Verdade.
sábado, 4 de julho de 2009
Filminho de verdade.
O garotinho e o pai iam devolver um filme em uma pequena locadora de bairro:
[Garoto] Pai, eu quero ir na outra locadora, a grande, que é lá que tem o filme que eu quero.
[Pai] Ok.
[Garoto, preocupado] Mas, pai, nós falamos o quê pro moço da locadora pequena?
[Pai, atento ao volante] Não precisa falar nada.
[Garoto] Mas não podemos falar que vamos em outro lugar?
[Pai] Não precisa. Nós só devolvemos o filme e saímos, sem falar nada.
[Garoto] Então nós mentimos?
[Pai, impassível] Não, nós só não falamos a verdade.
sábado, 20 de junho de 2009
Ponto de vista
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Fantasia a todo custo.
O molequinho (4 anos) pergunta para a mãe se existe a terra do Harry Potter. A mãe, querendo manter a fantasia, reponde que sim, existe.
[O menino insiste] Mamãe, e você sabe chegar lá?
[a mãe] Não, meu filho, só quem é mágico é que conhece o caminho.
O dia passou e, na hora de dormir, o garoto interrompe a estória que o pai estava contando:
[menino] Pai, você sabe fazer aquela mágica de arrancar seu dedo...
[pai] É, sei.
[menino] Então você é mágico...
[pai] É, acho que sou...
[menino, satisfeito] Então você sabe chegar na terra do Harry Potter!
[pai, inabalável] Meu filho, só mágico que usa varinha mágica é que sabe como chegar nessa terra.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Mais música para meus ouvidos!
domingo, 10 de maio de 2009
Música para meus ouvidos
No carro, a caminho de casa:
[Garotinho de 4 anos, reclamando] "Pai, faz tempo que não ouvimos aquela música 'Tropa de líquido'..."
[O pai, sério] "Faz mesmo."
[O menino insiste] "Desse jeito, vou acabar esquecendo como ela era. Já tô esquecendo umas partes..."
[Garotinho de 4 anos, reclamando] "Pai, faz tempo que não ouvimos aquela música 'Tropa de líquido'..."
[O pai, sério] "Faz mesmo."
[O menino insiste] "Desse jeito, vou acabar esquecendo como ela era. Já tô esquecendo umas partes..."
segunda-feira, 4 de maio de 2009
O chão de idéias.
A menina cansou de ouvir a mãe dizer pra não comer o que caísse no chão, pois, se caíra no chão estava sujo. Só que nesse dia tinha caído um pedaço bem gostoso do chocolate, o último naco, ali no assoalho da cozinha, diante das duas.
[A garotinha de três anos] Mãe, você limpou o chão?
[A mãe] Limpei sim, filhinha.
[A garota, orgulhosa da própria sapiência] Então eu posso comer. O chocolate não sujou.
...E é nessas que a gente percebe que eles cresceram...
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