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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
domingo, 14 de fevereiro de 2016
sábado, 13 de fevereiro de 2016
EFICÁCIA DE REPELENTES CONTRA AEDES AEGYPTI
Conhecemos a
cena: alguém descobre que está sendo enganado por uma propaganda, reclama desse
fato e o autor da propaganda enganosa defende-se com unhas e dentes,
desqualificando o denunciante, mas sem jamais provar que a denúncia era falsa.
Some-se a isso o
fato de o denunciante não encontrar apoio nos órgãos públicos e o resultado,
bem conhecido, é que a denúncia cai no vazio, sem que haja reparação ou
eliminação da conduta enganosa.
Frustrante, né?
E quando a
propaganda enganosa é sobre o tempo de eficácia do repelente que você passa no
seu filho, quando ele vai para a escola, ou que a grávida usa, para se prevenir
contra o aedes
aegypti?
Pois
bem, a entidade Proteste alertou os consumidores de que os repelentes vendidos
no mercado brasileiro a peso de ouro não funcionam por tanto tempo quanto o
divulgado por seus fabricantes. Estes, em vez de divulgar o resultado dos testes
de eficácia que já fizeram em seus produtos, apoiados pela Agencia Nacional de
Vigilância Sanitária – ANVISA, que é o órgão que aprova o uso dos repelentes –,
limitaram-se a desqualificar os testes feitos pela Proteste, os quais revelaram
que os melhores repelentes disponíveis para a venda protegem de 1:30 a 2:45
horas.
Ou
seja, você paga por “até 10 horas” de proteção, leva 2:45 horas de eficácia, é
picado pelo aedes aegypti (pernilongo da dengue) e
fica com o mico. Ou com a dengue. Ou com a zika. Ou com a chikungunya.
Um estudo,
realizado em 2002 e divulgado pelo New England Journal of Medicine (“Comparative
Efficacy of Insect Repellents against Mosquito Bites”, disponível em http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa011699)
fez um teste comparativo da eficácia de repelentes de insetos em produtos
contendo DEET (N,N-diethyl-3-methylbenzamide, antes chamado de N,N-diethyl-m-toluamide) e IR3535 (ethyl
butylacetylaminopropionate) e constatou que os produtos à base de DEET protegem
por mais tempo contra o aedes aegypti, sendo que:
a) uma formula com 23.8 % de DEET protegeu por 301.5 minutos
(mais ou menos 5 horas);
b) uma formula com 20 % de DEET protegeu por 234 minutos (quase
4 horas);
c) uma formula com 6,65 % de DEET protegeu por 112 minutos
(quase 2 horas);
d) uma formula com 4,75 % de DEET protegeu por 88 minutos (mais
ou menos 1 hora e meia);
e) uma formula à base de IR3535
protegeu por 22.9 minutos;
f) pulseiras com repelente não funcionaram.
No texto completo
do estudo há referência a outros produtos, cuja eficácia varia de 9 a 20
minutos que, convenhamos, é quase o tempo que se leva para passar repelente em crianças.
Ali, também, há um alerta para o fato de que os repelentes não protegem todo mundo de forma igual, o que faz sentido, porque, mesmo leigos podem notar que algumas pessoas sofrem mais picadas de inseto que outras, no mesmo ambiente.
Ali, também, há um alerta para o fato de que os repelentes não protegem todo mundo de forma igual, o que faz sentido, porque, mesmo leigos podem notar que algumas pessoas sofrem mais picadas de inseto que outras, no mesmo ambiente.
Mas, como somos
brasileiros e não desistimos nunca, pois aprendemos a resistir aos diversos
(des)governos do país, vamos continuar comprando os repelentes (lupas para ler os componentes), pois não dá pra
botar calças nas crianças no verão, e vamos limpar as vasilhas de águas dos
cachorros e gatos com buchas e vamos verificar se há folhas nas calhas e vamos fechar as janelas e portas das casas
(neste calor!), para dormirmos em paz, sem repelentes.
E torçamos para
que as prefeituras usem nosso dinheiro para limpar os lixos das ruas e terrenos e para abastecer os postos de
saúde com médicos e soros suficientes.
A study conducted in 2002 and published by the New England Journal of Medicine ( "Comparative Efficacy of Insect Repellents against Mosquito Bites", available in http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa011699) made a comparative test for the effectiveness of insect repellents containing DEET (N, N-diethyl-3-methylbenzamide, formerly known as N, N-diethyl-m-toluamide) and IR3535 (ethyl butylacetylaminopropionate), and found out that DEET products protect longer against Aedes aegypti, wherein:
a) formulated with 23.8% DEET protected by 301.5 minutes (about 5 hours);
b) formulated with 20% DEET protected for 234 minutes (about 4 hours);
c) A formulation with 6.65% DEET protected for 112 minutes (about 2 hours);
d) A formulation with 4.75% DEET protected by 88 minutes (about 1½ hours);
e) a formula to IR3535 base protected by 22.9 minutes;
f) bracelets (wristlet) with repellent did not work.
The study also refers to other products whose effectiveness varies 9-20 minutes, but, let's face it, is almost the time it take to use the repellent on children. There is also an alert to the fact that repellents do not protect everyone equally, what makes sense, because, as mothers know, some people suffer more insect bites than others.
But, as Brazilian people never give up, surviving so many mismanagement, we will continue buying the short-effective repellents because there's no way to convince children to use pants in this summer... we'll also keep cleaning our pet's water bowls and keep closed our home's windows and doors (besides this heat!).
And we will hope that local governments START cleaning up streets and parks and that the health centers have enough doctors and medicine.
We all know the scene: someone discovers that is being deceived by fake propaganda,
complains about it and the author of the false
advertising defends himself by disqualifying the accuser,
without ever proving that the complaint
was false.
Add to this the lack of government support for the complaint and the result, as well known, is that the claim falls into the void, without repair or elimination of the misleading conduct.
Frustrating, right?
And what about the false advertising on the effectiveness of the repellents against aedes aegypti, the ones our children use for going safely to school, or used by pregnant in Zika times?
Add to this the lack of government support for the complaint and the result, as well known, is that the claim falls into the void, without repair or elimination of the misleading conduct.
Frustrating, right?
And what about the false advertising on the effectiveness of the repellents against aedes aegypti, the ones our children use for going safely to school, or used by pregnant in Zika times?
Well, the Protest NGO warned consumers that the repellent sold in the Brazilian market is not effective for the period disclosed by their manufacturers. These laboratories, rather than disclose their own results of efficacy trials, which where supported by brazilian National Agency for Sanitary Vigilance - ANVISA - just limited themselves to disqualify the Proteste's results that revealed that the best repellent available offer protection from 1:30 to 2:45 hours.
So, we pay for "10 hours" of protection and take home just 2:45 hours of effectiveness, ending up being bitten by Aedes aegypti. That is dengue's mosquito. Or zika's mosquito. Or chikungunya's mosquito. Your choice. Or Lack of choice.
A study conducted in 2002 and published by the New England Journal of Medicine ( "Comparative Efficacy of Insect Repellents against Mosquito Bites", available in http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa011699) made a comparative test for the effectiveness of insect repellents containing DEET (N, N-diethyl-3-methylbenzamide, formerly known as N, N-diethyl-m-toluamide) and IR3535 (ethyl butylacetylaminopropionate), and found out that DEET products protect longer against Aedes aegypti, wherein:
a) formulated with 23.8% DEET protected by 301.5 minutes (about 5 hours);
b) formulated with 20% DEET protected for 234 minutes (about 4 hours);
c) A formulation with 6.65% DEET protected for 112 minutes (about 2 hours);
d) A formulation with 4.75% DEET protected by 88 minutes (about 1½ hours);
e) a formula to IR3535 base protected by 22.9 minutes;
f) bracelets (wristlet) with repellent did not work.
The study also refers to other products whose effectiveness varies 9-20 minutes, but, let's face it, is almost the time it take to use the repellent on children. There is also an alert to the fact that repellents do not protect everyone equally, what makes sense, because, as mothers know, some people suffer more insect bites than others.
But, as Brazilian people never give up, surviving so many mismanagement, we will continue buying the short-effective repellents because there's no way to convince children to use pants in this summer... we'll also keep cleaning our pet's water bowls and keep closed our home's windows and doors (besides this heat!).
And we will hope that local governments START cleaning up streets and parks and that the health centers have enough doctors and medicine.
sábado, 11 de outubro de 2014
quinta-feira, 20 de março de 2014
domingo, 9 de março de 2014
Armadilha contra pernilongo da dengue e um blábláblá necessário.
Em 2013 a
Prefeitura de Ribeirão Preto falhou em divulgar periodicamente os casos de
dengue ocorridos no município, o que me deixa desconfiada quanto `as reais intenções
de nossos governantes em relação ao combate ao aedes aegypti, tanto naquele ano, quanto neste 2014. Sim, pois eu não
consigo acreditar que, agora, a cidade esteja tomando medidas contra a proliferação
do mosquito da dengue quando a prefeitura foi flagrada em esforços para
esconder dos cidadãos as informações sobre a epidemia em curso no ano passado.
Se dependermos
da prefeita e seus subordinados para evitarmos outra epidemia em 2014, estamos
a pé. Mentira? O que tem feito os membros do Comitê Municipal de Acompanhamento e Assessoramento das
Ações de Controle da Dengue para combater o maldito pernilongo? O site da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto lista
as pessoas que fazem parte desse comite dos sonhos:
INSTITUIÇÕES*
|
NOMES*
|
Universidade de São Paulo - USP
|
Titular:
Dr. Helder Tambellini
Suplente: Nilson Antônio Montanha |
Centro Universitário Barão de Mauá
|
Titular: Tânia Aparecida Cancian
Suplente: Raquel Gabrielle Biffi |
Serviço Social da
Indústria
|
Titular: Ricardo Ferraz Garcia
Suplente: Ivete de Aquino Rodrigues |
Secretaria Municipal da
Saúde
|
Dr. José Sebastião dos Santos
|
Departamento de Vigilância em Saúde e Planejamento
da Secretaria Municipal da Saúde
|
Dr. Clésio Sousa Soares
|
Divisão de Controle de Vetores e Animais Peçonhentos
da Secretaria Municipal da Saúde
|
Maria Luiza da Silveira Santa Maria
Dr. Cláudio Souza de Paula Maria Teresa Chiavenato |
Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria
Municipal da Saúde
|
Dra. Ana Alice Martins Corrêa de Castro e Silva
|
Divisão de Vigilância Sanitária da Secretaria
Municipal da Saúde
|
Dr. Carlos Alberto D'ávilla de Oliveira
|
Superintendência de Controle de Endemias do Estado
de São Paulo
|
Titular:
Irma Teresinha R. N. Ferreira
Suplente: Maurício Vladimir Botti |
Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto USP - Depto
de Medicina Social
|
Dr. Amaury Lelis Dal
Fabbro
|
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de
Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo
|
Titular:
Daniela Saldanha e Silva
Suplente: Luís Henrique Rosa |
Divisão de Controle de Zoonozes da Secretaria
Municipal da Saúde
|
Titular:
Dra. Flávia Marchizeli Canello
Suplente: Marcos Antônio Romanato |
Instituto Adolfo Lutz de Ribeirão Preto
|
Titular:
Eloísa Fonseca Del Tedesco
Suplente: Suely Maia Gerace |
Unidades Básicas de
Saúdes
|
Titular: Maria de Lourdes Vilela de Faria
Suplente: Maria Lialba Delloiaga |
Polícia Militar do Estado de São Paulo
|
Titular: Marilizi Scomparim Guedes Furtado
Suplente: Wilson Alexandre Santos |
Associação Comercial e
Industrial
|
Titular: Ricardo Trinca
Suplente: Dr. Sebastião de Aguiar Azevedo Junior |
UNAERP
|
Titular:
Dr. Carlos Sérgio Tavares
Suplente: Dra. Cristiane Fernandes de Freitas Tavares |
UNIP
|
Titular:
Luci Rodrigues da Silva
Suplente: Adriana Mafra Brienza |
Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de São
Paulo
|
Titular:
Antônio Carlos Tórtoro
Suplente: Luiz Fernando C. Waisel |
Secretaria Municipal da
Educação
|
Titular: Laila G. de Paula Ribeiro
Suplente: Maria Tereza F. de Araújo |
Secretaria Municipal de infra-estrutura
|
Titular: Fábio A. Faccini
Suplente: Aparecida Regina Soares Medeiros |
Departamento de Água e Esgoto de Ribeirão Preto
|
Titular: José Luiz dos Reis
Suplente: Gaspar Marcelino Lemos |
Secretaria Municipal da Cidadania e Desenvolvimento
Social
|
Titular: Selma Farjani Capel
Suplente: Maria Lúcia Lima Jordão |
Federação das Associações de Bairros de Ribeirão
Preto
|
Titular:
Eurípedes Ignácio dos Reis
Suplente: Lázaro Reis dos Santos |
Administração Regional dos Campos Elíseos
|
Titular: Mônica Aparecida Moreno
Suplente: Gilberto Garcia Cardoso |
Administração Regional da Vila Tibério
|
Titular:
Suplente: |
Administração Regional de Bonfim Paulista
|
Titular: Maria Lúcia Leipner
Suplente: |
Diretoria de Ensino - Região de Ribeirão Preto
|
Titular:
Marilice Cadetti Garbeleni
Suplente: Maria Ângela Garáfalo |
Conselho Municipal de
Saúde
|
Titular: Marcos Antônio Bardella
Suplente: Irma Teresinha R. N. Ferreira |
Direção Regional de Saúde (DIR XVIII)
|
Titular: Luiz
Benjamin Trivellato
Suplente: Josely P. M. Pintyá |
Defesa Civil de Ribeirão Preto
|
Titular: Sarg. Jurandi Ferreira Rosa
Suplente: Isabel Cristina Rossi |
Sindicato dos Empregados de Condomínios e Edifícios
de Ribeirão Preto
|
Titular: João Gustavo de Carvalho
Suplente: Devanir de Souza |
Loja Maçônica Estrela
D'Oeste
|
Titular:
Rubens de Azevedo Pires
Suplente: Roberto Trinca |
Câmara Municipal de Ribeirão Preto
|
Titular: Denise Aparecida Prado Ramos Ventura
|
Associação das Administradoras de Imóveis e
Condomínios de Ribeirão Preto
|
Titular: Valmir Ricci Ruiz
Suplente: Antônio Carlos Maçonetto |
* Esta composição do comitê estava
na página da Secretaria Municipal da Saúde em 09/03/14, no link < http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/ssaude/comissao/comite/comitedengue/i16comitedengue.php
>
Porque estou
citando a lista de iluminados, acima? Porque o tal comitê anti-dengue de
Ribeirao Preto foi constituído pela Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, sob
coordenação técnica da Secretaria Municipal da Saúde (conforme Portaria Municipal
Nº de 1508 de 05/08/2003) e seu Regimento Interno é que fala que ele deveria acompanhar
e assessorar a vigilância epidemiológica da Dengue no sentido de reduzir número
de casos e a ocorrência de epidemias (Texto integral no link < http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/ssaude/comissao/comite/comitedengue/i16regimento.php>). Para agir
adequadamente, esse comitê ribeirão-pretano anti-dengue precisa conhecer a
situação epidemiológica e entomológica do município: isto, de tão obvio, está
no tal regimento interno. Daí que a prefeitura tropeça no próprio pé ao esconder
o número dos casos de dengue, deixando os cidadãos para quem trabalha à mercê
de seu próprio azar.
INGREDIENTES
- Potes e recipientes
que acumulam agua, como a vasilha de agua do cachorro
- ralos da sua
casa
- agua sanitária
ou desinfetante
- 10 minutos
do seu tempo, uma vez por semana
COMO FAZER
- retire a agua
acumudada nos recipientes (se for a do seu bicho de estimação, pode trocar todo
dia, coitado, passando uma bucha na vasilha pra tirar algum lodo e alguma larva
de mosquito);
- jogue um
pouco de agua sanitária ou desinfetante em cada um dos ralos
Se você não tem
nenhuma bromélia démodé, acabou por aqui sua armadilha para a dengue, caso contrário,
ainda lhe sobra uma coisinha a fazer: retire a agua acumulada das folhas e
jogue agua sanitária (na proporção de uma colher de sopa de agua sanitária pra
um litro d`agua).
Pronto, vai
curtir seu fim de semana.
* Fonte <http://www.ioc.fiocruz.br/dengue/textos/10minutos.html>
PS: Ao navegar no site da Prefeitura de Ribeirão Preto - sim, sou bem nerd, se é que ainda se usa esta palavra - encontrei um PLANO MUNICIPAL DE AÇÕES PARA O CONTROLE DA DENGUE (no link Plano de Contingência Dengue, <http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/ssaude/vigilancia/vigep/dengue/i16dengue.php>), elaborado pela Secretaria Municipal da Saúde para:
• Evitar a ocorrência de óbitos por Dengue
• Diminuir o número de casos de hospitalização por Dengue
Tudo bem que o plano deveria funcionar para o 2013 e 2014 e, sabemos, 2013 foi mais um ano de epidemia de dengue em Ribeirão Preto e 2014 só não tem a mesma quantidade de contaminados porque a seca nos salvou a todos da proliferação do aedes maldito. Mas, confesso, a qualidade do documento me impressionou e, de certa maneira, me deu a tranquilidade de que, pelo menos em tese, a prefeitura sabe o que fazer e porque.
Ali, a Prefeitura fala que instalará Centros Distritais de Hidratação (página 19) numas tendas cobertas de lona branca quando ativado o nivel 3 de ativação do plano (páginas 11 e 13), ou seja, quando "a ameaça é significativa", com incidência maior ou igual a 20% daquela estabelecida para o porte populacional do município (parece-me que vivemos neste nivel 3 cotidianamente). Veja onde devem ser instalados os LONA BRANCA:
"Centros Distritais de Hidratação:
Quando ativado o NIVEL 3, funcionarão 24 horas por dia, instalados nas
adjacências das UBDS em local definido pela equipe técnica em concordância
com o gerente:
UPA – Unidade de Pronto Atendimento/ Dr. Luis Atilio Losi Viana,
UBDS Quintino II- Distrito Norte/ Dr. Sérgio Arouca,
UBDS Sumarezinho CSE/ Dr. Joel Domingos Machado,
UBDS Vila Virgínia/Dr. Marco Antônio Sahão.
UBDS Central/Dr. João Baptista Quartim"
Cada lona branca, "terá a implantação da contagem global de células
(dosagens de Leucócitos, Hemácias, Hemoglobina, Hematócrito e plaquetas) “in loco”.
Os exames serão colhidos, realizados e liberados enquanto o paciente estiver em
atendimento." e, ainda:
1 Médico
1 Enfermeiro
3 Auxiliares/Técnicos de Enfermagem
1 Agente Administrativo
1 Biomédico
1 serviço de portaria
1 serviço de limpeza.
Está lá, nas paginas 20 e 21 do Plano, não fui eu que inventei. E, na página 24, tem um fluxo do atendimento e uma frase em negrito e maúscula gritando: "NENHUM PACIENTE SERÁ
DISPENSADO NA RECEPÇÃO DAS UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE." (isto é repetido na página seguinte, a 25).
Bom, o resto do trabalho também é interessante - hello, nerds! - pois lista os leitos hospitalares disponíveis na cidade em 2013 (páginas 31 e 32), a série histórica de exames para dengue de 2009 a 3013 (pg. 35) etc e tal.
Eu achei lindo! Ver isso em funcionamento seria como testemunhar uma revolução silenciosa na saúde pública, o que equilibraria nossa incompetência em evitar os criadouros do mosquito da dengue. Ficaríamos no zero: incompetentes para evitar a doença, mas competentes para hidratar os doentes.
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